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  • 1 Faculdade Dom Pedro II - São Carlos-SP (1928-2009)
    Acervo Valentim Gueller Neto
  • 2 Bonde da Carne São Carlos–SP (1912-1962)
    Acervo Raymond DeGroot
  • 3 Estação Ferroviária de São Carlos-SP (1925)
    Acervo Valentim Gueller Neto

Estação 34 - Uma Homenagem Natalina à Douradense

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Quase que não deu tempo! quem nos avisou do presépio de Dourado foi nossa prima Genoveva, a "Vevinha". Ela nos contou que ia terminar no dia 06 de janeiro, Dia dos Santos Reis. As chuvas fortes atrapalharam e eu somente consegui ir à Dourado - SP no dia 05 de janeiro, pela manhã e não pude ver "Os Brilhos de Natal" à noite.

Nos 45 anos da desativação da Companhia Estrada de Ferro do Dourado, os douradenses puderam reviver alguns momentos daquela ferrovia, através da homenagem que o marceneiro aposentado Wilson Aparecido Dictoro, o "Gudo", como é mais conhecido, realizou. Durante o ano todo de 2011, ele produziu todos os detalhes e em dezembro, montou a exposição. Há 50 anos ele monta presépios na igreja de Dourado e para o no final de 2011, fez algo maior, um trecho da Douradense, reproduzindo a Estação Ferroviária com os adornos natalinos. Foto 01         

OBS: Clique sobre as fotos que ampliam.




Houve até convite....
 










e uma carta à população, elaborados pela
  Profa. Celene Poli. Fotos 02,03 e 04



 O local, é sua residência na rua 7 de setembro, 588, esquina com a rua Santos Dumont, bem no centro de Dourado - SP. Como a casa fica num plano mais elevado do que o da rua, o Gudo construiu uma passarela de madeira, elevada, para permitir que as crianças visualizassem os 
"Brilhos de Natal". Foto 05




NA GARAGEM:

Na garagem e com a ajuda de alguns amigos que também são saudosistas da época do trem, resgatou boa parte da história
da                                                                               Fotos 06 e 07

 










Na parede ao fundo, o mapa mostrando os percursos da Ferrovia e um prumo, ferramenta usada por pedreiros na construção de paredes, Foto 08














a locomotiva número 1, pintada na parede pelo artista plástico Luciano Castelucci, Foto 09









 o logo da Douradense em bronze sobre uma placa de madeira nobre entalhada, Foto 10






a placa original da rua onde ficava a Estação, hoje rua Dr Marques Ferreira. O Gudo me contou que ele era médico em Dourado e faleceu em um acidente com seu carro e um trem; e que ambos na época andavam bem devagar...  Foto 11






Na parede da esquerda, uma pia e algumas molduras de madeira que eram utilizadas nas residências, nos anos da EFD.       Fotos 12 e 13










Sobre o piso, uma coleção de ferramentas
originais da CEFD  propriedade do Sr. Celso Poli Filho. Foto14







Também da mesma coleção, um apito de
máquina a vapor e um eixo de rodas. Fotos 15 e 16



                                 
                                                                              


E na parte posterior do acervo de ferramentas, sobre um aparador junto à parede,
um livro de autoria da Profa. Marjory Silvestre Pereira  com os registros em
manuscrito dos nomes dos ferroviários da Douradense e recortes
de jornais com notícias da Ferrovia. Fotos 17, 18 e 19

                                                                                            


No piso revestido com areia, uma maquete
simbolizando uma pequena cidade e uma ferrovia. Foto 20
                                    

E no vão da parede direita da garagem, os adornos natalinos entre cipós e vegetações. Foto 21














NA VARANDA:
Na varanda e no outro lado daquele vão, outros adornos natalinos, e quando noite, os brilhos das centenas de leds instalados pelo Tavano Neto, promovia a magia do Natal.
Foto 22















E entre as cabeceiras, a representação do trecho da 
Douradense entre  Novo Horizonte e Dourado.  Fotos 23 e 24
                                                                       


No trecho, o Gudo construiu uma ferrovia, a Douradense,
com uma réplica da locomotiva N 1 e um carro de Papais Noéis.  Foto 25

O maquinista e o foguista, também eram  Papais Noéis... 
A locomotiva ganhou um motor de portão eletrônico que
permitia ela ir para frente - Novo Horizonte,   e para traz -
Dourado.         Quem fez o o trem andar foi o eletricista
Carlos De-Vita. Foto 26                                                                       
  
                                     E os passageiros... Foto 27