Quase que não deu tempo! quem nos avisou do presépio de Dourado foi nossa prima Genoveva, a "Vevinha". Ela nos contou que ia terminar no dia 06 de janeiro, Dia dos Santos Reis. As chuvas fortes atrapalharam e eu somente consegui ir à Dourado - SP no dia 05 de janeiro, pela manhã e não pude ver "Os Brilhos de Natal" à noite.
Nos 45 anos da desativação da Companhia Estrada de Ferro do Dourado, os douradenses puderam reviver alguns momentos daquela ferrovia, através da homenagem que o marceneiro aposentado Wilson Aparecido Dictoro, o "Gudo", como é mais conhecido, realizou. Durante o ano todo de 2011, ele produziu todos os detalhes e em dezembro, montou a exposição. Há 50 anos ele monta presépios na igreja de Dourado e para o no final de 2011, fez algo maior, um trecho da Douradense, reproduzindo a Estação Ferroviária com os adornos natalinos. Foto 01
OBS: Clique sobre as fotos que ampliam.
Houve até convite....

e uma carta à população, elaborados pela
Profa. Celene Poli. Fotos 02,03 e 04
O local, é sua residência na rua 7 de setembro, 588, esquina com a rua Santos Dumont, bem no centro de Dourado - SP. Como a casa fica num plano mais elevado do que o da rua, o Gudo construiu uma passarela de madeira, elevada, para permitir que as crianças visualizassem os

Na parede da esquerda, uma pia e algumas molduras de madeira que eram utilizadas nas residências, nos anos da EFD. Fotos 12 e 13
Sobre o piso, uma coleção de ferramentas
originais da CEFD propriedade do Sr. Celso Poli Filho. Foto14

e uma carta à população, elaborados pela
Profa. Celene Poli. Fotos 02,03 e 04
O local, é sua residência na rua 7 de setembro, 588, esquina com a rua Santos Dumont, bem no centro de Dourado - SP. Como a casa fica num plano mais elevado do que o da rua, o Gudo construiu uma passarela de madeira, elevada, para permitir que as crianças visualizassem os
"Brilhos de Natal". Foto 05
NA GARAGEM:
Na garagem e com a ajuda de alguns amigos que também são saudosistas da época do trem, resgatou boa parte da história
da Fotos 06 e 07
da Fotos 06 e 07
Na parede ao fundo, o mapa mostrando os percursos da Ferrovia e um prumo, ferramenta usada por pedreiros na construção de paredes, Foto 08
a locomotiva número 1, pintada na parede pelo artista plástico Luciano Castelucci, Foto 09
o logo da Douradense em bronze sobre uma placa de madeira nobre entalhada, Foto 10
a placa original da rua onde ficava a Estação, hoje rua Dr Marques Ferreira. O Gudo me contou que ele era médico em Dourado e faleceu em um acidente com seu carro e um trem; e que ambos na época andavam bem devagar... Foto 11
Na parede da esquerda, uma pia e algumas molduras de madeira que eram utilizadas nas residências, nos anos da EFD. Fotos 12 e 13
Sobre o piso, uma coleção de ferramentas
originais da CEFD propriedade do Sr. Celso Poli Filho. Foto14
Também da mesma coleção, um apito de
máquina a vapor e um eixo de rodas. Fotos 15 e 16
máquina a vapor e um eixo de rodas. Fotos 15 e 16
E na parte posterior do acervo de ferramentas, sobre um aparador junto à parede,
um livro de autoria da Profa. Marjory Silvestre Pereira com os registros em
manuscrito dos nomes dos ferroviários da Douradense e recortes
de jornais com notícias da Ferrovia. Fotos 17, 18 e 19
um livro de autoria da Profa. Marjory Silvestre Pereira com os registros em
manuscrito dos nomes dos ferroviários da Douradense e recortes
de jornais com notícias da Ferrovia. Fotos 17, 18 e 19
E no vão da parede direita da garagem, os adornos natalinos entre cipós e vegetações. Foto 21
NA VARANDA:
Na varanda e no outro lado daquele vão, outros adornos natalinos, e quando noite, os brilhos das centenas de leds instalados pelo Tavano Neto, promovia a magia do Natal.
Foto 22
E entre as cabeceiras, a representação do trecho da
Douradense entre Novo Horizonte e Dourado. Fotos 23 e 24
No trecho, o Gudo construiu uma ferrovia, a Douradense,
com uma réplica da locomotiva N 1 e um carro de Papais Noéis. Foto 25
com uma réplica da locomotiva N 1 e um carro de Papais Noéis. Foto 25
O maquinista e o foguista, também eram Papais Noéis...
A locomotiva ganhou um motor de portão eletrônico que
permitia ela ir para frente - Novo Horizonte, e para traz -
Dourado. Quem fez o o trem andar foi o eletricista
Carlos De-Vita. Foto 26
permitia ela ir para frente - Novo Horizonte, e para traz -
Dourado. Quem fez o o trem andar foi o eletricista
Carlos De-Vita. Foto 26
E os passageiros... Foto 27

















